Inicialmente, as peças deviam viajar para São Francisco via parceiros dos EUA: Coreia do Sul e Taiwan. Porém, um funcionário da United Parcel Service Inc. perdeu um e-mail da transportadora de carga DSV A/S que alertava que os itens não deveriam transitar por certos países, a fim de cumprir os regulamentos de tráfego de armas dos EUA.
No entanto, a remessa acabou atrasando para sair da Austrália e foi encaminhada via Hong Kong, em um esforço para acelerar a entrega, revelou uma fonte anônima à publicação.
Como consequência desse erro, a China conseguiu obter a cúpula da cabine do F-35 e a porta do compartimento de armas, ambas revestidas com material absorvente de radar, que aumenta as capacidades furtivas do caça.
Segundo Diana Maurer, que supervisiona as revisões de apoio ao F-35 no órgão Government Accountability Office, não é nada bom que Pequim agora tenha a cúpula do F-35 em mãos.
De acordo com a mídia, este incidente foi um constrangimento para o Pentágono e a fabricante das peças Lockheed Martin. Como resultado, as autoridades norte-americanas impulsionaram a fiscalização para investigar erros que contribuíram para que a China obtivesse acesso a tecnologias mais sensíveis dos EUA.
Fonte: Sputnik Brasil.




