A interlocutora da agência russa destacou que a Igreja russa não é uma nova força ativa na região, mas sim um "poder suave" que trabalha para fortalecer os laços culturais com muitos países da região.
Segundo a jornalista, a presença da Igreja Ortodoxa tem uma longa história que remonta ao século XIX, quando estabeleceu uma extensa rede de escolas onde estudavam milhares de alunos árabes. Posteriormente, eles traduziram várias obras-primas da literatura russa.
Baha Ibrahim avalia que os laços culturais "são mais eficazes" do que seus análogos políticos, por mais importantes que sejam, porque fortalecem as relações entre os povos e promovem a aproximação das religiões e seitas. Neste caso, isso é alcançado através dos esforços da Igreja Ortodoxa russa, que acabarão por beneficiar qualquer empreendimento político ou econômico no futuro, concluiu.
De 25 a 29 de setembro, uma delegação da Igreja Ortodoxa russa visitou o Líbano para se reunir, em Dimane, com o patriarca maronita e cardeal Béchara Boutros Rai, e com proeminentes funcionários libaneses.
Fonte: Sputnik Brasil.




