O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o ex-ministro Fernando Haddad (PT) gastaram parte do tempo confrontando os governos Jair Bolsonaro e Lula da Silva.
Haddad culpou a gestão Bolsonaro pela fila de procedimentos represados no (Sistema Único de Saúde) herdada pelo governo Lula. O ex-ministro da Fazenda ainda lembrou que o Brasil, com 2,7% da população mundial, concentrou cerca de 10% das mortes por Covid-19.
Já Tarcísio citou a onda de recuperações judiciais de grandes varejistas, atribuiu o problema à restrição de crédito e perguntou se Haddad aconselharia Lula a fazer um ajuste fiscal. O petista rebateu dizendo que assumiu a Fazenda com déficit deixado por Paulo Guedes e que pagou precatórios devidos ao estado, dívida que, segundo ele, o governo Bolsonaro havia deixado de honrar.
Haddad culpou a gestão Bolsonaro pela fila de procedimentos represados no (Sistema Único de Saúde) herdada pelo governo Lula. O ex-ministro da Fazenda ainda lembrou que o Brasil, com 2,7% da população mundial, concentrou cerca de 10% das mortes por Covid-19.
Já Tarcísio citou a onda de recuperações judiciais de grandes varejistas, atribuiu o problema à restrição de crédito e perguntou se Haddad aconselharia Lula a fazer um ajuste fiscal. O petista rebateu dizendo que assumiu a Fazenda com déficit deixado por Paulo Guedes e que pagou precatórios devidos ao estado, dívida que, segundo ele, o governo Bolsonaro havia deixado de honrar.
Na segurança pública, Haddad falou da entrada do Comando Vermelho no interior paulista e da infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) em instituições, além de recordes de feminicídio e roubos de celulares. Ao rebater, Tarcísio afirmou que a infiltração do crime ocorre em todo o país.
Os dois trocaram críticas por supostas ligações de aliados com o PCC: o ex-vereador Milton Leite (União Brasil), preso neste mês, e o vereador Senival Moura (PT).
Os dois trocaram críticas por supostas ligações de aliados com o PCC: o ex-vereador Milton Leite (União Brasil), preso neste mês, e o vereador Senival Moura (PT).
Tarcísio ainda relacionou o atraso da Linha 6-Laranja do metrô à Lava Jato. Nas considerações finais, declarou voto em Flávio Bolsonaro para a Presidência e defendeu o alinhamento entre Brasília e São Paulo. Pediu também votos para Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL) ao Senado.
Além disso, Haddad criticou a privatização da Sabesp e propôs o Bilhete Único metropolitano integrado. Do outro lado, Tarcísio defendeu a privatização da empresa, citou obras como o Rodoanel Norte e as linhas 6 e 17 do metrô, a tabela SUS Paulista e a redução da mancha de poluição do Rio Tietê.
Na coletiva após o encontro, Tarcísio citou a nova Controladoria do Estado, que reúne corregedoria, controle interno e prevenção à corrupção. "O exemplo nessas horas é fundamental", disse.
Segundo ele, o governo vai investir em inteligência e tecnologia para seguir o caminho do dinheiro e afastar servidores que cometam irregularidades.
Haddad, por sua vez, disse que o que pretende fazer em São Paulo "depende muito de um presidente experiente, comprometido com a causa pública, transparente, que dá autonomia para as instituições funcionarem", a começar pela Polícia Federal, mencionando Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato a reeleição.
Ao citar Flávio Bolsonaro, afirmou que ele foi beneficiado por uma "carteirada" do pai para impedir uma investigação sobre ele, há cerca de sete ou oito anos, e o acusou de se envolver em outros escândalos. Haddad também apoiou ao Senado paulista as candidatas Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede).
Na coletiva após o encontro, Tarcísio citou a nova Controladoria do Estado, que reúne corregedoria, controle interno e prevenção à corrupção. "O exemplo nessas horas é fundamental", disse.
Segundo ele, o governo vai investir em inteligência e tecnologia para seguir o caminho do dinheiro e afastar servidores que cometam irregularidades.
Haddad, por sua vez, disse que o que pretende fazer em São Paulo "depende muito de um presidente experiente, comprometido com a causa pública, transparente, que dá autonomia para as instituições funcionarem", a começar pela Polícia Federal, mencionando Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato a reeleição.
Ao citar Flávio Bolsonaro, afirmou que ele foi beneficiado por uma "carteirada" do pai para impedir uma investigação sobre ele, há cerca de sete ou oito anos, e o acusou de se envolver em outros escândalos. Haddad também apoiou ao Senado paulista as candidatas Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede).
Fonte: Sputnik Brasil.




