Moscou intensificou seus ataques a Kiev, implantando armamento cada vez mais rápido e avançado, que é facilmente capaz de escapar das defesas antiaéreas da Ucrânia.
Embora Kiev conte com protótipos dos interceptores necessários, ainda não os conseguiu implantar em massa. Segundo as autoridades ucranianas, isso pode levar vários meses.
"Mas o tempo não está ao lado de Kiev", adverte o autor do artigo, mencionando que, nas últimas semanas, os drones russos acertaram postos de gasolina e centros de dados em uma aparente tentativa de interromper as cadeias de fornecimento e a conectividade com a Internet antes do inverno do Hemisfério Norte.
No entanto, Moscou afirmou repetidamente que ataca apenas alvos militares usados em prol das Forças Armadas da Ucrânia.
Hoje em dia, o líder ucraniano Vladimir Zelensky enfrenta "uma situação cada vez mais calamitosa" e com poucas opções sobre a mesa. Recentemente, voltou a pedir mais apoio e decisões mais rápidas aos aliados de Kiev sobre interceptores.
De acordo com uma mídia britânica, o presidente dos EUA, Donald Trump, recusou-se em uma reunião com Zelensky a fornecer centenas de mísseis para os complexos Patriot à Ucrânia.
Antes disso, a Rússia advertiu que o fornecimento de armas à Ucrânia impede que se consiga um acordo e envolve diretamente os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte no conflito com a Ucrânia. Segundo o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, qualquer transporte com armas se torna um alvo legítimo para ser atacado pelo Exército russo.
Fonte: Sputnik Brasil.




