Chefe da diplomacia da UE reconhece a persistência de grandes lacunas nas capacidades de defesa da união

Segundo ela, os Estados que formam parte do bloco gastam um total de 2,2% de seu PIB em defesa.
Neste contexto, ela apontou uma escassez de navios para a missão da UE no mar Vermelho, onde realiza a Operação Aspides. Kallas ressaltou que a UE recebe muitos pedidos de escolta através do estreito de Bab al-Mandeb.
Anteriormente, Kallas reconheceu que o aumento dos custos por si só não garantia a eliminação dos problemas existentes. Após uma reunião informal de ministros da Defesa da UE no início de setembro, ela declarou que a Europa estava investindo mais em defesa do que antes, mas os países europeus não tinham conseguido fechar com rapidez suficiente as lacunas identificadas nas forças armadas convencionais dentro da Organização do Tratado do Atlântico Norte.
Em novembro de 2023, os houthis prometeram atacar quaisquer navios associados a Israel até que o país suspenda as ações militares na Faixa de Gaza. Isto levou a União Europeia a anunciar a Operação Aspides para proteger a navegação comercial e garantir a segurança no mar Vermelho.

Fonte: Sputnik Brasil.

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