Os militares dos EUA têm implantado lasers no estreito de Ormuz para derrubar alvos aéreos, como drones e mísseis de cruzeiro, a um custo muito menor do que usar armas cinéticas, entre elas mísseis, comunicou recentemente o Departamento de Guerra.
Esses sistemas incluem lazeres HELIOS, que usam alta energia e contêm sistemas integrados de ofuscamento óptico e vigilância com um feixe de laser supostamente de 60 quilowatts. Estas armas são grandes e pesadas e instalam-se em navios de guerra.
Washington tem desenvolvido o projeto correspondente nos últimos 50 anos e conseguiu que as capacidades dele superassem as de qualquer outra força militar na Terra, destaca o veículo de comunicação.
A tecnologia funciona extraindo energia de geradores ou baterias, que é convertida em partículas de luz chamadas fótons. Os fótons são depois concentrados em um único feixe, que só é visível sob luz infravermelha. Uma vez disparados, eles aquecem a superfície dos objetos até que ela exploda ou derreta.
Embora os lasers sejam poderosos, existem certas desvantagens relacionadas com seu uso. Eles precisam de céu limpo para funcionar de forma eficaz e têm dificuldade em se defender contra enxames de drones.
Segundo a mídia, agora espera-se que os lasers desempenhem um papel na Força Espacial dos EUA, que recentemente confirmou ter implantado armas ativas na órbita da Terra.
Fonte: Sputnik Brasil.




