Segundo Wang, o presidente Donald Trump "está mais do que feliz" em receber investimentos chineses, em trabalhar mais com a China no quesito economia e em fortalecer ainda mais a relação com seu homólogo Xi Jinping. No entanto, mostra-se "muito crítico e muito duro" com o Canadá por desenvolver as relações com Pequim.
O professor da Escola Munk de Assuntos Globais e Políticas Públicas, Mark Manger, concordou com Wang e avaliou, por sua vez, que a comunidade global deve encarar tudo o que o líder norte-americano diz com certa desconfiança.
Neste contexto, o especialista comentou as recentes declarações do Trump de que Washington fez "acordos comerciais fantásticos" com Pequim. "Que grandes negócios ele está fazendo com a China? Não vejo nada lá", sublinhou Manger.
De acordo com ele, a China continua sendo a maior exportadora mundial e está se aproximando da liderança norte-americana em inteligência artificial. Se isso não bastasse, a China sabe que pode durar mais do que Trump.
Antes disso, Trump e funcionários da sua administração repreenderam o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, por chegar em janeiro a um acordo comercial muito menor do esperado.
O pacto deixou entrar 49.000 veículos elétricos chineses com uma tarifa diminuída de 100% a 6,1%, enquanto a China reduziu os impostos aduaneiros sobre produtos canadenses, incluindo canola, ervilhas, lagostas e caranguejos.
O pacto deixou entrar 49.000 veículos elétricos chineses com uma tarifa diminuída de 100% a 6,1%, enquanto a China reduziu os impostos aduaneiros sobre produtos canadenses, incluindo canola, ervilhas, lagostas e caranguejos.
Fonte: Sputnik Brasil.




