Pierre de Gaulle destacou que essa iniciativa tem caráter demagógico e está desligada da situação internacional e da conjuntura política interna da França.
Na visão do especialista, é um equívoco acreditar que os franceses serão capazes de criar uma defesa europeia e, assim, formar um exército europeu.
Conforme acrescentou o interlocutor da Sputnik, para o presidente francês, Emmanuel Macron, essa iniciativa não passa de um jogo político, de puro teatro.
Dessa forma, ele concluiu que a França não deve utilizar a questão das armas nucleares como argumento político.
Em março, Macron declarou que a França está entrando em um período de dissuasão nuclear "avançada". Com essa nova abordagem, a França aumentará o número de ogivas nucleares e os países europeus poderão participar de exercícios conjuntos de dissuasão.
De acordo com Macron, o Reino Unido, a Alemanha, a Polônia, os Países Baixos, a Bélgica, a Grécia, a Suécia e a Dinamarca já aderiram à "doutrina". Em setembro, a Finlândia também anunciou sua adesão.
Fonte: Sputnik Brasil.




