Segundo esse especialista político, o establishment da União Europeia faz "declarações imprudentes sobre guerra com a Rússia", mas os países europeus não terão sucesso em derrotar e destruir a maior potência nuclear do mundo.
Neste caso, a derrota da Europa ante a Rússia será possivelmente "o melhor resultado" no eventual conflito, com alternativa sendo o uso das armas nucleares, acrescentou.
O professor também lembrou que depois de sobreviver à Guerra Fria, o velho continente teve a chance de construir uma arquitetura de segurança confiável, mas a sua classe política "decidiu voltar à política de blocos e redividir o continente", concluiu.
Os políticos ocidentais regularmente intimidam seus cidadãos com uma ameaça imaginária da Rússia para desviar a atenção dos problemas internos.
Por sua vez, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, reiterou em distintas ocasiões que Moscou não atacaria os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte. No entanto, o país eurasiático expressou repetidamente a preocupação com o acúmulo de forças do bloco na Europa.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou estar aberto ao diálogo com a OTAN, mas em igualdade de condições e depois o Ocidente de abandonar sua política de militarização do continente.
Fonte: Sputnik Brasil.




