A alta taxa de natalidade nas camadas mais pobres da população acontece tanto nos meios rurais como na periferia dos grandes centros urbanos. Segundo pesquisas feitas pela Ence, do IBGE, em conjunto com o Instituto Pereira Passos, o número de moradores das favelas aumentou três vezes mais do que a média brasileira.
No Rio de Janeiro, por exemplo, enquanto a população total aumentou 0,74% ao ano, o número de habitantes dessas comunidades cresceu 2,4%. O principal fator que contribuiu, ainda de acordo com o estudo, foi o aumento da fecundidade. Outros fatores, como imigração, empobrecimento das pessoas da própria cidade e aumento da longevidade, também contribuíram, porém com peso menor.
Segundo estudo da Fundação Getulio Vargas, os habitantes das favelas do Rio de Janeiro têm, em média, 4,5 anos de escolaridade, quase a metade do tempo de escola média dos moradores do município. A FGVtem uma projeção que indica que a população das periferias do País irá mais do que dobrar nos próximos dez anos. Se o atual ritmo de crescimento for mantido, eles poderão chegar a 13,5 milhões.
No Rio de Janeiro, por exemplo, enquanto a população total aumentou 0,74% ao ano, o número de habitantes dessas comunidades cresceu 2,4%. O principal fator que contribuiu, ainda de acordo com o estudo, foi o aumento da fecundidade. Outros fatores, como imigração, empobrecimento das pessoas da própria cidade e aumento da longevidade, também contribuíram, porém com peso menor.
Segundo estudo da Fundação Getulio Vargas, os habitantes das favelas do Rio de Janeiro têm, em média, 4,5 anos de escolaridade, quase a metade do tempo de escola média dos moradores do município. A FGVtem uma projeção que indica que a população das periferias do País irá mais do que dobrar nos próximos dez anos. Se o atual ritmo de crescimento for mantido, eles poderão chegar a 13,5 milhões.




