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Os interceptores são caros e escassos, já que outros países esgotaram seus estoques ou buscaram reforçar seus próprios sistemas de defesa em meio à guerra dos EUA contra o Irã. Essa é uma das poucas armas de defesa capazes de derrubar um míssil balístico.
De fato, não é a primeira vez que a Ucrânia fica totalmente sem interceptadores para os sistemas Patriot, e Zelensky tem se manifestado publicamente sobre sua luta constante para obter mais projéteis.
Em setembro, o atual líder ucraniano alegou que Kiev receberia uma licença para fabricar mísseis Patriot dos Estados Unidos. Mas, depois, o presidente norte-americano, Donald Trump, recusou confirmar a informação, e a licença nunca se concretizou.
No entanto, Moscou advertiu repetidas vezes que o fornecimento de armas ocidentais à Ucrânia não é capaz de mudar o curso da operação militar especial, mas apenas leva ao seu prolongamento e impede que se alcance um acordo político e diplomático que resolva o conflito com a Ucrânia.
Isso ocorreu antes de a relação entre Zelensky e Trump piorar nos últimos dias, depois de Washington fechar um acordo com a Rússia para importar seu diesel e aumentar a pressão sobre a Ucrânia para interromper seus ataques à infraestrutura petrolífera russa.
Por sua vez, Zelensky afirmou, em entrevista a um veículo britânico, que só poderia concordar em interromper os ataques contra o setor energético russo se recebesse mais interceptadores do Patriot.
Fonte: Sputnik Brasil.
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