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Cerco ucraniano em Alyoshki ameaça mulheres, crianças e idosos, diz autoridade russa

A comissária russa dos Direitos Humanos, Yana Lantratova, afirmou que a situação humanitária na cidade de Alyoshki permanece crítica e defendeu o fim do que classificou como um cerco imposto pelas Forças Armadas ucranianas. Em publicação nas redes sociais, ela declarou que a medida é necessária para salvar vidas e restabelecer o acesso da população a suprimentos básicos.
Segundo Lantratova, moradores da cidade continuam sem acesso regular a alimentos, água potável e medicamentos.
A autoridade russa informou que Moscou mantém contatos com representantes dos Estados Unidos e com a equipe da primeira-dama Melania Trump. De acordo com a comissária, há negociações em andamento para viabilizar o envio de assistência humanitária e a evacuação de pessoas que necessitam de atendimento urgente.
Lantratova atribuiu a crise humanitária ao que chamou de “cerco artificialmente imposto” pelas forças ucranianas. Segundo ela, drones que sobrevoam constantemente as estradas e minas instaladas remotamente em vias de acesso impedem a circulação segura de civis e de carregamentos de ajuda humanitária.
Ela também alegou que um recente comboio de voluntários foi atingido por ataques ucranianos. Segundo Lantratova, os veículos exibiam a inscrição “Civis” para sinalizar sua natureza humanitária, mas foram destruídos durante a operação de entrega de suprimentos.
Lantratova acrescentou que a Rússia continuará prestando assistência aos moradores da região “independentemente de suas convicções políticas” e declarou que “o valor de cada vida humana é incondicional“.

Fonte: Sputnik Brasil.

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