Graças à Cúpula Rússia – África, Moscou obtém novos parceiros no continente, afirma analista

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Ao participar da discussão “Rússia e África: a sério e por muito tempo?”, na sede do Clube Valdai de Discussões Internacionais, Maslov destacou que, após a primeira cúpula Rússia – África, realizada em Sochi em 2019, a pandemia de COVID-19 impediu que se verificasse até que ponto as partes russa e africana conseguiriam estabelecer um trabalho regular. Além disso, houve uma queda de atividade provocada pelo vírus.
Isso significa que uma interação estruturada, rítmica e equilibrada foi estabelecida entre a Rússia e uma série de países africanos, em diferentes regiões e em diferentes níveis, disse Maslov.
Hoje, em vários ministérios, os vice-ministros especializados, responsáveis pelas relações internacionais, estão profundamente imersos no tema africano e “se lembram da África não apenas para a Cúpula, mas também mantêm regularmente uma pasta com documentos africanos sobre a mesa”, salientou Maslov.
Membros do alto escalão mantêm contatos de trabalho, informais e diretos com seus colegas em vários países do continente africano, o que é muito importante para impulsionar as relações multilaterais, resumiu o cientista.
De 28 a 29 de outubro, Moscou sediará a terceira Cúpula Rússia-África. Segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, o presidente russo Vladimir Putin está se preparando para o evento representativo e importante para Moscou, que reunirá representantes de mais de 30 países africanos.

Fonte: Sputnik Brasil.

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