6 de abril de 2020

    Roteiro diversos – Salvador

    Roteiro diversos – Salvador As ruas do Centro Histórico de Salvador transportam o turista para os primórdios da história do Brasil. Profundos conhecedores da cultura local, os guias turísticos explicam como desenvolveu-se a colonização da primeira cidade do país.

    Até 1763, Salvador sediou a capital da Coroa Portuguesa nas Américas, destacando-se, além disso, como o principal porto do hemisfério sul até o século XVIII.

    A natureza foi pródiga na criação das suas belezas ao longo de 50 quilômetros de praias e parques ecológicos.

    Formado por brancos, negros e índios, seu povo mestiço é alegre, criativo, musical, herdeiros de rico folclore e manifestações culturais.

    A cidade é considerada a capital cultural do país, berço de grandes nomes nas diversas manifestações artísticas, com destaque nacional e internacional. A atividade cultural e o turismo têm sido reconhecidos pelo governo como importantes geradores de emprego e renda, impulsionando as artes e a preservação dos patrimônios artístico e cultural.

    Como chegar
    Via terrestre
    Cortando a Bahia de Sul a Norte, as BRs 101 e 116 interligam Salvador a todo país. Basta, na altura de Feira de Santana, pegar a BR-324.
    A capital baiana é servida por linhas de transporte rodoviário originadas a partir quase todos os estados brasileiros.
    Para obter maiores informações sobre as condições da estrada ligue DENIT: (71)3115-2159.

    Via aérea
    Todas as companhias aéreas brasileiras dispõem de vôos diários para Salvador, a partir de qualquer capital, ou mesmo a partir de outros países, existem diversos vôos semanais de 18 cidades, de 13 países e três continentes.

    Via marítima
    Dezenas de cruzeiros marítimos fazem paradas em Salvador, especialmente durante o verão.

    O que fazer
    Pelourinho
    Considerado patrimônio da humanidade, o Pelourinho abriga alguns dos bares mais badalados da cidade, além de museus, igrejas e vielas íngremes da época da colonização. Mais de 800 casarões dos séculos XVII e XVIII fazem parte do bairro, cujo nome faz referência às colunas onde os negros eram açoitados em praça pública.

    Neste espaço, onde o turista respira cultura e história, estão localizadas a Fundação Casa de Jorge Amado, o Museu da Cidade, o Museu Udo Knopf, além da Igreja de São Francisco com seus altares banhados a ouro.

    O Pelourinho também é sede de grupos de afoxé, como Filhos de Ghandy e de blocos afro, como o Olodum, tradicional da cultura baiana.

    Conheça os principais pontos turísticos do Pelourinho:

    Terreiro de Jesus:
    Seu nome original é Praça 15 de Novembro, mas todos a conhecem como Terreiro de Jesus por abrigar a Igreja dos Jesuítas (Catedral Basílica). Suas características variam entre a estética urbana dos séculos XVII e XVIII. Há um chafariz de origem francesa (de 1855), todo em ferro fundido, representando a deusa Ceres, deusa romana da agricultura.

    Catedral Basílica:
    Considerada um ícone da arte barroca no Brasil, a catedral é um dos quatro templos do Colégio dos Jesuítas. Construída no início do século XVIII, revestida interna e externamente com pedra de lioz, possui duas torres em madeira no teto e em sua fachada podemos visualizar Santo Inácio de Loyola, São Francisco Xavier e São Francisco de Borja.

    Sua importância histórica está vinculada aos episódios que ali decorreram, como a morte do Padre Antônio Vieira e o túmulo de Mem de Sá, terceiro governador geral do Brasil.
    Todo o patrimônio está bem conservado no Museu da Catedral, não deixe de visitá-lo.

    Igrejas:
    Algumas igrejas de valor histórico inestimável estão localizadas no Pelourinho: a Igreja de São Pedro dos Clérigos, Igreja da Ordem Terceira de São Domingos, Igreja e Convento de São Francisco, Igreja da Ordem Terceira de São Francisco, Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e a Igreja do Santíssimo Sacramento da Rua do Passo.

    Fundação Casa de Jorge Amado:
    Com a finalidade de prestigiar, expor, estudar e preservar a obra do romancista baiano Jorge Amado, foi criada, em 1987, a Fundação Casa de Jorge Amado. Em seus quatro andares, o arquivo guarda todas as produções do mestre: filmes, fitas VHS, fotografias, livros, além de objetos do escritor. As obras de sua mulher também estão presentes neste espaço dedicado à preservação e à cultura.

    Museu da Cidade:
    Inaugurado em 1973 e ligado diretamente à Fundação Gregório de Mattos, reúne em seu acervo: esculturas, tapeçarias, cerâmicas, bonecas típicas, pano de costa, terços e ex-votos, bem como imagens de Orixás em tamanho natural e objetos pessoais do poeta Castro Alves.

    Museu Tempostal:
    Com 30 mil postais e fotografias da coleção de Antônio Marcelino, o destaque fica para a série Belle Époque, com postais aquarelados, bordados com plumas e cabelo humano. Confira!

    Museu Casa do Benin:
    Inaugurado em 1988, o acervo conta com peças da arte popular de Cotonou, República Popular do Benin, e exposições temporárias de artistas locais.

    Solar do Ferrão:
    Com características do século XVII, o solar, antiga sede de um Seminário Jesuíta, tornou-se propriedade da família Ferrão, além de, posteriormente, tornar-se um teatro e Centro Operário. Hoje pertence à Fundação Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac).

    Museu Abelardo Rodrigues:
    Localizado no andar nobre do Solar do Ferrão, o museu conta com a mais valiosa coleção de arte sacra particular do Brasil. São 808 trabalhos de arte erudita e popular, datadas do século XVI ao XIX. A coleção pertencia a Abelardo Rodrigues e foi comprada pelo Governo do Estado.

    Antiga Faculdade de Medicina:
    Foi a primeira escola de medicina do país. Atualmente, a escola está sendo reformada pelo Governo do Estado, juntamente com a iniciativa privada. Reúne, em seu interior, três museus: o Afro-Brasileiro, o de Arqueologia e Etnologia e o Memorial de Medicina.

    Fonte de Texto: Site oficial do turismo na Bahia

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