24 de janeiro de 2020

Porque que amo o pênis dele – Sexualidade

Depoimento 04

Porque que amo o pênis dele – ELA:
“O pênis do Roberto é respeitável. Sempre foi. Sabe aquele tipo big, que mete medo? E é bonito, porque com tesão tudo é lindo. Eu o amo porque ele impõe respeito, como na história da serpente no cesto, em que o hindu faz o encantamento da cobra. O pênis dele me hipnotiza daquele jeito, fico encantada olhando. Também o amo porque ele me dá um imenso prazer, e é insubstituível. Dentro de mim existe um espaço a ser preenchido, e não tem língua, dedo, nada que substitua aquela textura, umidade e calor. Por causa do tamanho, quando o Roberto está muito excitado, ele mesmo dá uma controlada, põe a mão na base para não ir tão fundo. Mas gosto de sentir prazer e dor. Com o convívio, descobri que o pênis dele também é mágico, desperta uma série de sensações. A gente brinca de falar assim: Vamos conversar? E a conversa é a minha habilidade de segurar a ponta do pênis dele com a minha vagina e apertar, apertar, apertar. Roberto diz que sou uma chave morsa. Todas as vezes que penso no assunto, imagino que estou indo para um playground brincar. Não temos compromisso com o nosso desempenho, porque ele é sempre bom. Cada orgasmo é diferente. Às vezes você tem um miudinho, espremido, outras, vive o deep blue, aquele azul profundo, violeta, de ficar surda, sair do chão. Mas o que garante essa nossa boa performance não é o resultado de uma simbiose de personalidades, ao contrário. É a nossa maturidade e o nosso desenvolvimento individual. Somos duas pessoas distintas, que tem uma combinação explosiva na cama. Eu, mais instintiva e impulsiva, ele, mais racional e moderado.”

ELE: “Tomando como base os amigos e as reportagens que leio, sei que ele tem um tamanho acima da média e um diâmetro razoável. Mas, se falarem que sou presunçoso, não sou mesmo. Porque o elemento pode ter tudo isso, mas sem o dono, ele não é nada. É a história do grande, bonito e bobo. Falo pra Adriana, e ela não acredita muito, mas pra mim tem que ter envolvimento, carinho, toque, cheiro, algo mais do que simplesmente sexo. Se a questão fosse apenas tamanho, a mulher iria num sex shop, compraria um do jeito que quisesse, e resolveria. Tamanho é importante, mas não basta. Todo casal tem problemas, mas na cama, sinceramente, eu e a Adriana nunca tivemos nada para resolver. Sou extremamente conservador nos negócios e com a minha família. Sigo tradição mesmo. Mas no aspecto sexual sou arrojado, gosto de tentar, experimentar. O bom é que, quanto mais envelhece, mais experiente a gente fica. E enquanto uns fazem sexo por sexo, outros têm amor à arte. Me julgo com amor à arte do sexo. A natureza foi sim generosa comigo, mas isso não basta. O amor à arte é o cuidado com as preliminares, é ter o antes, durante e depois. E é sobretudo sentir que o meu prazer aumenta à medida que a Adriana tem prazer.”

Sobre o Autor

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