23 de janeiro de 2020

Porque que amo o pênis dele – Sexualidade

Porque que amo o pênis dele – Depoimento 03

ELA:
“Quando o Daniel tira a roupa e eu olho o pênis dele… Ai, acho tão bonitinho! Recolhido, parece um bichinho, meigo. Agora, se estiver transformado, só de olhar já me excita, quero pegar na hora, lógico. Porque o formato dele é diferente. O pênis do Daniel tem a ponta bem redonda, e esse redondo não desce uniforme até a base; ele se afina, como se fosse um cogumelo. Nunca tinha pensado nisso: é o pênis-cogumelo. E, enquanto os outros são da cor da pele mesmo, o dele é bem cor-de-rosa, sabe algodão doce? Ainda é circuncidado, então é um docinho mesmo. O interessante é que esse tocar, fazer carinho, que só quer saber dele. Claro que isso também não tem que ser uma obrigação. A gente brinca de ficar se tocando, ele fica se esfregando em mim, sem penetração, mesmo, e é supergostoso, parece uma almofadinha. O pênis do Daniel não é torto, nem pequeno, nem grande, nem grosso, nem fino. Posso afirmar que é médio, porque já vi menores, e é da largura certa para mim. Já tive experiências sexuais de sentir dor no colo do útero. Com o Daniel não. E sexo oral em pênis grande é horrível, não cabe na boca. Grande, para mim, é muito exótico: é bom para ver, brincar, mas pra transar mesmo tem que encaixar no meu corpo. Daniel é o mais carinhoso de todos os amantes que tive. O que me toca melhor, o mais disponível para conhecer o meu corpo. Sabe usar também as mãos, e sabe quando estou sensível. Porque os homens são muito impulsivos. Às vezes, querem só ir direto ao ponto.”

ELE:
“Ela acha parecido com um cogumelo? Acho isso maravilhoso. Principalmente com essa possibilidade de o cogumelo simbolizar algo lúdico. Ele lembraria as histórias dos contos de fada, com a Cinderela saltitante, a relva fresca… Sempre achei que o charme dele era ser meio gorduchinho, porque não é comprido nem grandão. Na infância dei vários nomes, desde o de jogadores de futebol até Émerson Fittipaldi. Na época, o piloto era campeão. Mas é bom saber a opinião dela. A mão macia e o toque da Élvia nele são muito importantes, também. Eles fazem parte do processo de confiança que você vai desenvolvendo no outro. O carinho dela é peculiar porque vai fazendo a ponte entre a ternura e o tesão, dando essa liga. E a minha companheira me toca diferente de todas as parceiras que tive. O jeito dela me deixa mais solto, parece que existe uma sintonia fina só entre eles. Ela fica ali, na comunicação direta com ele, e eu vendo os dois apenas relaxo e aproveito. Não vinculo amor com sexo pra não deixar a coisa muito no ideal. Os dois têm características diferentes. O sexo é mais bicho, instinto, sacanagem, e o amor é carinho. Mas é o fio da navalha, essa é uma pergunta para responder a vida inteira. Gostaria de transar bem mais com a Élvia, mas tem uma questão prática, mesmo, de horário e disponibilidade dos dois. O mínimo ideal pra mim seria todo dia, mas a gente transa umas quatro vezes por semana. A questão da frequência tem uma grande importância. A repetição no sexo tem aquele sentido, quase como na música, do exercício: quanto mais se repete, mais surge o improviso.”

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