20 de fevereiro de 2020

O Líquido X nos Clubes – Corpo e Saúde

O Líquido X nos Clubes – O DJ Eric começa a subir para a área VIP de um famoso clube de Amsterdã, dirigindo-se para a cabine de som. Seus olhos estão inquietos e brilhantes. Um grupo de mulheres o cumprimenta, voando para cima dele do mesmo modo que fãs agem com celebridades. Ele as agarra e as puxa para perto dele, apertando-as com energia sexual. Alguém lhe pergunta o que quer beber, ele se vira e sorri: “GHB”. As garotas já estão dando risadas, tirando os frascos de lugares escondidos – quase sempre peças íntimas. São elas que contrabandeiam a droga para dentro dos clubes, driblando os seguranças. Todos se servem do líquido – o frasco vai passando de mão em mão.
O DJ se diverte e observa uma garota até então desconhecida. Ele a convence a experimentar o líquido. Ela topa. Em seguida, fica meio zonza. Eric vê sua desorientação, segura suas mãos e a beija no pescoço. Ela gosta, e mais tarde vai até o apartamento dele. Antes de a noite acabar, ela terá feito sexo com Eric e mais três homens, num episódio em que preservativos não foram usados. Os gerentes e seguranças das casas noturnas, que deveriam impedir a distribuição da droga, acham a tarefa impossível. “É o novo ecstasy, não tenho dúvida”, afirma um segurança marroquino que toma conta da porta da mesma casa noturna de Amsterdã onde Eric é DJ. O controle fica difícil pelo fato de o vidro, do tamanho de um dedo mindinho, ser facilmente escondido nas roupas ou no próprio corpo.

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