28 de janeiro de 2020

Marechal Rondon – RO

Marechal Rondon – É em homenagem ao Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, sugerida pelo Antropólogo Roquete Pinto, que o então Território Federal do Guaporé passou a se chamar Rondônia através da Lei 2.731, de 17 de fevereiro de 1956.

Reconhecido nacionalmente como o patrono das Comunicações no Brasil, foi Rondon o responsável pela instalação de 2.232 quilômetros de linhas telegráficas do Mato Grosso ao Amazonas. A empreitada foi dividida em 3 expedições. A primeira iniciada em setembro de 1907 e a última concluída em dezembro de 1909.

A tropa de Rondon enfrentou doenças, fome e o ataque dos índios pelas regiões inexploradas por onde passavam. Tendo como lema “morrer se preciso for, matar nunca” Rondon e seus homens enfrentaram os índios Nhambiquaras e os Baroro com extremo respeito e cuidado para não gerar grandes choques no contato entre as duas culturas.

Outro fato que merece ser ressaltado na trajetória dessa grande personalidade foi a redescoberta do Forte Príncipe da Beira, às margens do rio Guaporé, em 1906. Rondon descreveu a construção dessa forma: “Forte Príncipe é agora uma ruína, cuja grandiosidade surpreende. A portada parece a de uma catedral e foi emocionado que percorri, quando lá estive, quartéis, paióis subterrâneos, calabouços, capela. Árvores medravam entre as pedras e a densa floresta, em torno, procurava recuperar o terreno perdido (…)”

Além de ser o Patrono das Comunicações, Rondon recebeu outro título: Civilizador dos Sertões. E no ano de 1953 ele foi indicado para o Prêmio Nobel da Paz.

MUSEU DE RONDON

Em Ji-Paraná. Está localizado onde funcionava o antigo posto Telegráfico de Rondon construído por ocasião da passagem da comitiva de Marechal Rondon. O local abriga aparelhos e utensílios utilizados pelo Marechal.

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