24 de fevereiro de 2020

    Comportamento

    COMPORTAMENTO Em plena era da clonagem, dos transplantes de órgãos e da Internet o homem ainda conserva pensamentos e atitudes que seus antepassados apresentavam. O mundo exterior parece governar as atitudes e o comportamento que são prejudiciais à saúde física e emocional de cada pessoa. Porém, se se quer alterar tais condições é preciso promover uma mudança cujo ponto de partida está dentro de cada um, ou seja, a vontade e a determinação de mudar radicalmente as reações nocivas, desencadeadas por estados exteriores.
    Muitas dores físicas como aquelas com sintomas de artrite são, na verdade, reflexo de pensamentos errados, pessimistas, que projetam no plano do corpo físico a dor que a alma encerra em si. Outras pessoas se encontram envolvidas por vícios, outras não conseguem controlar a ira e as flutuações do caráter, muitas são escravas de preconceitos e “manias”, algumas sentem pânico de falar em público e a grande maioria das pessoas não consegue simplesmente viver em paz. E o que é pior: comodamente, culpam as pessoas próximas, as circunstâncias, os fatos, o marido, a mulher e até mesmo Deus pelo estado crítico em que se encontram, vivendo num círculo vicioso de explosões de ira, períodos de depressão, de agressividade, sempre no papel de “vítimas” e nunca de “responsáveis” pelo estado em que se encontram.
    Para mudar essas atitudes exteriores, que prejudicam tanto quem as cultiva, quanto as pessoas ao redor, só há um caminho: promover uma mudança de “hábitos” de pensamentos e idéias que refletem em comportamentos exteriores inadequados. Mudando-se a maneira de pensar e de ver a vida e os problemas a ela inerentes, em seguida deve-se colocar em prática os novos pensamentos (positivos e otimistas), através de ações e atitudes efetivas, que redundarão num comportamento adequado e benéfico, refletido no mundo exterior em que vivemos. O homem é o que pensa. Mas não basta pensar corretamente, desejar ser melhor, querer não ter vícios ou não ser agressivo. É preciso fazer do pensamento AÇÃO!

    E mais…

    CULPA (TAMBÉM) ENGORDA

    Você mal começou a fazer regime e já se sente culpada pelo ataque à geladeira na última noite? Então aproveite com prazer cada pedaço da guloseima roubada. Quem aconselha é o endocrinologista Alfredo Halpern, do Grupo de Obesidade e Doenças Metabólicas da USP. “Quando a pessoa come com peso na consciência, engorda mais”, afirma. Uma das explicações é que o estresse libera cortisona, hormônio que provoca o aumento de peso, normalmente no abdome. Acredita-se que essa região tenha maior número de receptores da substância.

    Comer sem estar com fome, ataques noturnos à geladeira, tudo isso denota um comportamento compulsivo, acionado pelos estados de ansiedade, pela depressão, ou simplesmente pela falta de habilidade de lidar com os problemas. Agora, sentir culpa por tal comportamento de nada resolve.

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