28 de março de 2020

    A rejeição – Relação Familiar

    A REJEIÇÃO – Como a “libido é o principal “life motive” de muitos casais modernos, onde se permitem todos os desmandos sexuais (excessivamente impudicos e antinaturais para serem narrados), é evidente que os filhos se tornem um peso para os pais. Em sua maioria os casais novos adiam ao máximo a gravidez, porque isto lhe é incômodo. Imagine-se, agora, uma criança no seio da mãe que a rejeita! Que drama terrível do feto que se sente intruso no útero materno. Ele anseia pela vida, tendo na mãe sua única esperança, e a mãe lhe deseja a morte, porque o filho vem tirar-lhe o sossego. Calcula-se o desespero e a angústia desta criança, sentido-se rejeitada antes de nascer! Haverá um profundo descontrole hormonal, afetando-lhe intrinsecamente o sistema neuro-vegetativo. Estas crianças nascerão automaticamente agressivas, com tendência inata para o crime no futuro. Aí estão como exemplo “os pivetes”, “os trombadinhas”, saqueadores, os assaltantes, os estupradores, e toda a vasta gama de criminologia juvenil, não querendo olvidar fatores de natureza sócio-econômica. Este é o resultado da violação das leis naturais: Deus criou o homem por amor, dando-lhe a ordem: “amai-vos uns aos outros como eu vos amei”; no entanto o homem, em geral egoísta usa o sexo como pura fonte de prazer e não para procriar. Em todos os casos em que fizemos a regressão de idade das crianças problemas, mostraram-se revoltadas, ou por serem resultado de pura descarga fisiológica, ou por terem sido rejeitadas na concepção ou na infância, ou ainda porque os pais viviam em contínuas brigas e discussões. Seja agora avaliado o drama de um feto que está no ventre de uma mãe solteira! Como esta criança, produto do pecado e do prazer, poderá aceitar este mundo, cuja mola mestra não é o amor, mas sim, o egoísmo hedonista? Que dizer agora da “transa” sexual que se tornou moda entre a juventude? … Pobres crianças do dia de amanhã. para aquilatarmos a gravidade do assunto, vejamos o fato seguinte: Durante a Revolução Francesa, foi estabelecida na França a pena de morte (guilhotina) para os crimes mais graves; certo dia um criminoso estava para ser executado, quando pediu ao juiz uns minutos de tempo para falar à platéia, antes de sua execução. Perante uma multidão curiosa e estatelada fez sua última peroração: “Perdôo o juiz que me deu a sentença merecida. Perdôo os soldados que me prenderam. Perdôo o carrasco que irá me executar… Mas aqui no meio de vós há alguém que eu não posso perdoar: esse alguém são meus pais, que não me amaram e não me educaram…” Quantos criminosos da atualidade poderiam repetir a mesma coisa.

    (Extraído do Livro ” MENS SANA” , Albino Aresi)

    Sobre o Autor

    O despertar da Consciência é nosso sistema de publicação automático dos conteúdos.

      Postagens Relacionadas