Aos 45 anos e com 24 de vida pública, disse estar “mais do que preparado” para o cargo.
Flávio também comentou o áudio atribuído a Daniel Vorcaro, do Banco Master, falando sobre financiamento ao filme de seu pai, Dark Horse, e uma suposta ligação com um documentário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo ele, “muita gente começou a pré-julgar” e “apontou o dedo”, mas o conteúdo mostraria que não havia irregularidade em sua relação com o banqueiro. Já no caso do Instituto Lula, afirmou que teriam sido pagos R$ 30 milhões “por fora”. O senador criticou ainda o retorno à cena política de pessoas “já condenadas por roubar dinheiro público”.
O parlamentar disse que disputa “o futuro das minhas filhas, do meu país” e o futuro da imprensa. Ao criticar o Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou haver “muita gente com medo de postar o que pensa em redes sociais porque pode ser preso” e parlamentares receosos de subir à tribuna por causa do inquérito das fake news.
Em outro momento, Flávio comparou fluxos migratórios para sustentar que “ninguém nunca foge de um país governado pela direita para ir para um país governado pela esquerda”. Citou cubanos que atravessam o mar rumo aos Estados Unidos e norte-coreanos que fogem para a Coreia do Sul.
O senador disse que a disputa é pela “consciência” do eleitor, que passará a perceber que “foi enganado” e deixará de votar no PT. Afirmou ainda sonhar em terminar o governo com “menos gente dependendo de político para ter o que comer”, e atribuiu a fome à falta de oportunidade.
Fonte: Sputnik Brasil.
