Ao contrário do que muitos pensam, não
é caro anunciar na rede!! A Internet nos permite
direcionar nossas ações de acordo
com o perfil dos visitantes de cada um dos sites.
O índice de acerto é muito grande,
visto que aparecemos para o nosso Consumidor no
momento em que ele nos procura! Além do mais,
não podemos nos esquecer que não anunciamos
15 ou 30 segundos como no rádio ou na TV;
não anunciamos em ¼ de página
como na revista, lista telefônica ou jornal, anunciamos em todo o
site, tenha ele 10 ou 1000 páginas!
Um estudo contratado pela AOL (América Online),
visando detectar a eficiência dos banners
indicou que 40% dos entrevistados (amostra de 3.600
assinantes) lembravam-se de pelo menos um banner
acessado na última semana. A mesma pesquisa
revelou que 6% dos assinantes entrevistados que
fizeram algum tipo de compra no último mês,
decidiram pela empresa após visitarem algum
site acessado por banner.
Por essas razões, é fundamental uma
escolha criteriosa dos sites que serão alvos
de nossa publicidade a fim maximizar nossos investimentos
e potencializar os resultados, atraindo assim, mais
e mais Consumidores.
Número
de internautas residenciais ativos cresce e atinge
11,4 milhões de usuários
Assuntos diversos, como saúde, educação
e morte do papa, atraíram muitos usuários
em abril de 2005
Em abril, 11,4 milhões de pessoas navegaram
pela Web a partir de suas residências, contra
11 milhões no mês anterior. Esse número
é 3,2% maior do que o número de março
de 2005.
"Ao contrário dos anos passados, quando
em abril observávamos que o impulsionador
da Internet residencial era o site da Receita Federal,
por causa do Imposto de Renda de Pessoa Física,
este ano houve vários assuntos que chamaram
a atenção dos usuários, ajudando
a Internet domiciliar a crescer", comenta Alexandre
Sanches Magalhães, Analista de Internet do
IBOPE//NetRatings.
"Entre esses assuntos, destacamos: a categoria
Família e Estilo de Vida cresceu 15%, com
os sites ligados à área de saúde
atraindo muitos usuários; também foi
marcante o crescimento de 9,3% da categoria Educação
e Carreira, com sites de universidades, recolocação
profissional e educação em geral seduzindo
os internautas; a categoria Notícias e Informações
cresceu 9% no período, tendo como impulsionador
a morte do Papa João Paulo II e a eleição
de Bento XVI", complementa o analista.
Também ganharam audiência as categorias
Governo e Empresas Sem Fins Lucrativos (4,87%),
Telecom e Serviços de Internet (4,58%), Computador
e Consumo Eletrônico (4,56%), Portais, Buscadores
e Comunidades (4,13%), Informações
Corporativas (3,58%), Casa e Beleza (2,37%), Entretenimento
(1,95%) e eCommerce (1,03%).
Tempo recorde de
navegação
No mesmo período, cada brasileiro passou
15 horas e 14 minutos na Internet, em sua residência.
Esse tempo é o maior já observado
no país, superando todos os outros países
medidos pela metodologia Nielsen//NetRatings, inclusive
o Japão, segundo país com maior tempo
de navegação domiciliar, que atingiu
14 horas e 20 minutos por usuário. Em relação
a abril de 2004, esse tempo é 1 hora e 31
minutos maior.
"A Internet é cada vez mais importante
no Brasil e no mundo, e é cada vez mais utilizada
no chamado horário nobre da família,
entre 20 horas e 22 horas. Em abril, 65% dos usuários
domésticos navegaram nesse horário
e muitos deles possivelmente o fizeram simultaneamente
ao uso da TV, o que torna a Web uma excelente mídia
complementar, quando não a principal para algumas faixas etárias" comenta Magalhães.
Brasil lidera acesso
mundial a sites governamentais
Os internautas residenciais brasileiros navegaram
em média 12 horas e 47 minutos no mês de janeiro,
revelou nesta quinta-feira (26/02) o Ibope/NetRatings.
Esse período representa um aumento de 23 minutos
frente ao tempo navegado em dezembro de 2003, que
foi de 12 horas e 24 minutos. Ainda segundo o levantamento,
o País ficou atrás de países como Estados Unidos
(com 14 horas e 43 minutos) e França (13 horas e
quatro minutos). Porém, permaneceu a frente da Itália,
país que teve navegação média de internautas residenciais
de sete horas e 19 minutos. As medições, não levam
em consideração os aplicativos de mensagens instantâneas,
como ICQ, MSN Messenger e AIM. De acordo com o Ibope,
a utilização da internet para serviços como pagamento
de impostos — principalmente o Imposto Sobre Veículos
Automotores (IPVA) e o Imposto Predial e Territorial
Urbano (IPTU) — elevou a visitação dos sites dos
governos estaduais e federal e colocaram o Brasil
na liderança mundial deste segmento em termos relativos
no mês de janeiro. Mais de 4,2 milhões de usuários
residenciais (35,04% do total) visitaram os sites
governamentais, segundo a pesquisa. O destaque ficou
por conta dos sites do Governo e Prefeitura de São
Paulo, que juntos receberam mais visitantes únicos
do que o site da Casa Branca: 1,31 milhões contra
1,14 milhões, respectivamente. Além do Brasil, foi
grande a procura também por essas páginas na França
(31,2%) e Espanha (30,9%). Na Suécia, onde a presença
do setor público e da internet na economia é elevada,
o acesso também foi inferior ao registrado no País:
34%. Em outros países o acesso ficou em torno dos
20%: Estados Unidos, com 25,3%, Reino Unido (23%)
e Alemanha (19%). Desse total, 63% buscaram informações
sobre o IPVA, enquanto 34% dos visitantes do site
da Prefeitura visitaram páginas relativas ao pagamento
e consulta de débitos do IPTU. Em termos estaduais,
os sites mais visitados, depois dos pertencentes
ao Estado de São Paulo, são os dos governos do Rio
de Janeiro (582 mil visitantes), Minas Gerais (387
mil), Paraná (297 mil) e Rio Grande do Sul (276
mil). De acordo com Marcelo Coutinho, diretor de
Serviços de Análise do Ibope/NetRatings, tradicionalmente
o site da Receita Federal é o líder de acessos entre
os sites governamentais, posição que deverá recuperar
entre os meses de março e abril com a entrega das
declarações do IR.
Distribuição: O Ibope também registrou
aumento no número de pessoas que moram em residências
com pelo menos um computador com acesso à web. O
número passou de 14,3 milhões para 20,5 milhões
(aumento de 43,5%) entre 2002 — ano da Pesquisa
Nacional por Amostra de Domicílios — até janeiro
de 2003. Além do Brasil, apresentaram expansões
significativas no universo de acesso domiciliar
potencial a França (18,5%), Espanha (11,9%) e Itália
(10,1%).
IDG Now! 27/02/2004
Brasil tem 1,1 milhão de usuários de banda larga
O Brasil encerrou o ano de 2003 com cerca de 1,1
milhão de usuários de internet em banda larga, revelou
nesta segunda-feira (15/03) Silvio Genesini, diretor
da consultoria Accenture, durante o primeiro dia
do 11º Seminário Telecom. Os números levam em consideração
os dados da União Internacional de Telecomunicações
(ITU, em inglês), órgão da ONU. Em termos de penetração,
a banda larga responde atualmente por 6,4% dos 17
milhões de internautas. Em 2002, o número total
de internautas era de 14 milhões, com apenas 650
mil utilizando esse tipo de acesso. De acordo com
Genesini, com o panorama atual, no porcentual de
uso da banda larga, o Brasil permanece à frente
da Argentina, que hoje tem 3% e do México, com 1%.
Entretanto, o País segue atrás da Venezuela, que
apresenta 9% de uso de banda larga entre seus internautas.
“Para que aumente esse número de internautas brasileiros
utilizando a internet em banda larga, é necessária
uma política nacional de incentivo, como o SDE [Serviço
de Comunicações Digitais], o acesso à novas tecnologias
e o desenvolvimento específico de conteúdo para
banda larga, como vídeo e aplicações multimídia”,
afirmou o diretor da Accenture. Ainda de acordo
com dados da ITU, a Coréia do Sul é o país com maior
penetração de banda larga do mundo, com 21,3%, ou
11,8 milhões de internautas. Na seqüência aparecem
China (14,9%), Canadá (11,2%) e Taiwan (9,4%). Os
Estados Unidos aparecem com apenas 6,9% de usuários
de banda larga. De acordo com Genesini, os principais
fatores que influenciam no uso de banda larga são
a adoção de uma política governamental com programas
de fomento a esta área, competição entre várias
prestadoras e também a criação de conteúdos específicos
para sistema, como vídeos e aplicações multimídia.
A Coréia do Sul é um dos exemplos de que a criação
de um conteúdo especial para banda larga é importante.
Isso é visível, segundo o diretor da Accenture,
uma vez que naquele país os dez sites mais acessados
são coreanos. A Coréia, que teve seus primeiros
programas de inclusão digital implantados há cerca
de 23 anos, é também o quinto país do mundo em número
de domínios. Os investimentos do governo coreano
em tecnologia e comunicações em 2002 totalizaram
US$ 1,22 bilhão, distribuídos em infra-estrutura,
governo eletrônico, aplicações para a população
— como a implantação de banda larga em escolas e
bibliotecas — e também em programas de acesso à
web para a população de baixa renda. Genesini destacou
ainda a importância da criação de meios alternativos
de acesso à internet no País, como redes de fibra,
Wi-Fi, Wi-Max — tecnologia sem-fio e em alta velocidade
que promete levar a internet a empresas e residências
que não possuem serviços de cabo ou telefonia fixa
— e Powerline, que corresponde à utilização da rede
elétrica para serviços de acesso. “É com uma transformação
no ciclo tecnológico que se consegue fazer as grandes
mudanças”, afirma Genesini. Atualmente o sistema
de internet em banda larga está disponível comercialmente
em 81 países.
Panorama mundial: De acordo com
dados do ITU, o número total de assinantes de banda
larga no mundo em 2002 foi de 62,5 milhões, em comparação
a apenas 15 milhões em 2000, crescimento de 316,6%.
“Não tínhamos visto nada semelhante desde a bolha
da internet”, destaca Silvio Genesini, da Accenture.
Esses 62,5 milhões de internautas, porém, representam
apenas 10,7% dos usuários que usam internet em banda
larga, de acordo com o ITU. Em 1999, o número era
de 1,4%, passando para 4% em 2000 e 7,4% em 2001.
Em relação aos tipos de conexão utilizados pelos
internautas, o ITU apontou que nas Américas, 34%
utilizam DSL, 54% cabo e 12% outros tipos de acesso.
Já na Europa, o DSL é a maneira mais empregada,
respondendo por 69%, contra 28% a cabo e 3% de outras
conexões. Na Ásia, o panorama é semelhante ao europeu,
com predominância da DSL (73%), seguida da internet
a cabo (26%).
IDG Now! 15/03/2004
Internautas brasileiros batem recorde de navegação
em março
Os 12,3 milhões de internautas residenciais brasileiros
ativos bateram recorde de navegação em março, atingindo
a média de 13 horas e 14 minutos por pessoa, revelou
o levantamento do Ibope NetRatings. De acordo com
a pesquisa, esta é a primeira vez desde o início
das medições, em setembro de 2000, que os brasileiros
ultrapassam a marca de 13 horas por mês na web.
Em fevereiro de 2004, o Ibope havia registrado tempo
médio de navegação de 12 horas e 32 minutos. Na
comparação com outros países, o Brasil é o quarto
colocado em navegação, ficando atrás apenas de Hong
Kong (21 horas e 7 minutos), japoneses (14 horas
e 50 minutos) e norte-americanos (14 horas e 30
minutos). O País, porém, superou a França, Alemanha
e Espanha em tempo gasto na web. A pesquisa apontou
ainda que o uso de sites governamentais no Brasil
é um dos maiores entre todos os países medidos.
Em março a proporção de brasileiros que usaram sites
dos governos federal, estadual ou municipal atingiu
38,8% do total de usuários ativos, ou seja, 4,8
milhões de pessoas. De acordo com o Ibope, tal alcance
foi o mais alto patamar de uso nos últimos 12 meses,
sendo maior inclusive do que o registrado em abril
de 2003, mês de entrega da Declaração do Imposto
de Renda. O porcentual é superior ao registrado
na França (37,6%), Espanha (37,1%), Austrália (36,5%)
e Suécia (32,3%). Também em termos de uso de sites
governamentais, os Estados Unidos só aparecem na
nona posição, com 25,8%.
IDG Now! 22/04/2004 Brasil
supera EUA em navegação na web
Os usuários residenciais de internet
no Brasil superaram pela primeira vez os internautas
norte-americanos em tempo de navegação desde setembro
de 2000, início das medições do Ibope NetRatings
no País. De acordo com o relatório da organização,
divulgado nesta sexta-feira (21/05), os usuários
brasileiros passaram em média 13 horas e 43 minutos
na web durante o mês de abril para 13 horas e 21
minutos dos americanos. O Ibope lembra ainda que,
no início das medições, o número de horas navegadas
era de apenas 7 horas e 50 minutos. Só nos últimos
meses houve crescimento de 24,5% na média de tempo
gasto na web. “Nos últimos 24 meses registramos
flutuação para baixo em apenas seis meses”, afirma
Marcelo Coutinho, diretor de Marketing e Serviços
Análise. Segundo o Ibope, o número de usuários residenciais
ativos no País hoje se mantém ao redor de 12 milhões,
número relativamente baixo em relação ao total da
população quando comparado ao de outros países.
Uma alternativa, segundo a organização, seria favorecer
o acesso da população de baixa renda à tecnologia.
Em termos de categorias, o Brasil aparece pelo segundo
mês consecutivo como o País com o maior porcentual
de usuários em sites governamentais. O site da Receita
Federal foi visitado por 2,24 milhões de usuários
residenciais em abril, e 2,05 milhões em março.
Em fevereiro, antes do início do processo de entrega
do IR, o número de visitantes era de 1,21 milhão.
Porém, não é possível afirmar que a declaração do
IR teve impactos muito significativos no total de
horas navegadas. Segundo Coutinho, o tempo médio
de navegação por usuário no site da Receita permaneceu
estável em 11 minutos entre março e abril. “A trajetória
de tempo navegado na web é de crescimento e a banda
larga é um dos principais fatores que tende a favorecer
esse aumento”, afirma. Mesmo superando os usuários
norte-americanos em tempo na web, o Brasil permanece
ainda atrás do Japão, líder em navegação com 14
horas e 20 minutos.
IDG Now! 21/05/2004 Internet já foi acessada por
28 milhões de brasileiros adultos
De acordo com o relatório "Web
Brasil" do Ibope/NetRatings, cerca de 28 milhões
de brasileiros com mais de 16 anos já navegaram
na internet pelo menos uma vez. O relatório trimestral
mescla dados do acesso residencial à web com um
levantamento telefônico para medir o uso da rede
em casa, no trabalho, escolas e locais públicos
de acesso. A pesquisa mostra que, apesar da baixa
penetração do acesso em relação à população total,
o usuário brasileiro fica atrás apenas dos japoneses
e norte-americanos quando se trata de horas de uso
da web em casa. O uso da web também é mais diversificado
entre os brasileiros. No primeiro trimestre de 2004,
37% dos usuários declararam utilizar a rede para
ouvir rádio (os suecos ficaram com 35%) e 36% já
participaram de chats (os espanhóis ficam em segundo
lugar, com 30% de participação em salas de bate-papo).
Ainda segundo o Ibope/NetRatings, no primeiro trimestre
deste ano, o acesso residencial no País liderou
o uso da web em categorias como Universidades (44,7%
dos internautas brasileiros contra 44% dos internautas
franceses e 43% dos australianos), busca de empregos
(29,2% de visitação de brasileiros no primeiro trimestre,
enquanto a Alemanha ficou em segundo lugar, com
26,7%, seguida pela França, com 25,6%). IDG Now!
08/06/2004
Anuncie aqui . Pelo
Amor de Deus!
Nas últimas semanas temos presenciado um
movimento inédito na indústria da
propaganda nacional. Pela primeira vez na sua história,
veículos, agências, associações
e entidades ligadas ao setor estão unidas
em torno de um mesmo objetivo: mostrar ao anunciante
que ele precisa voltar à mídia se
não quiser perder a participação
conquistada ao longo de tantos anos de trabalho.
Quem ainda não viu algum comercial da campanha
de TV dizendo que "não existem grandes
empresas sem grandes marcas", ou então,
grandes painéis pelas ruas onde se lê:
"Outdoor - Melhor custo/benefício",
ou ainda: "Metrô - Seu público
passa por aqui"? É, parece que a coisa
tá feia...
Todo mundo sabe que, quando o mercado está
retraído, um dos setores que mais sofrem
é o publicitário. Cortar as verbas
de publicidade e propaganda parece ser o primeiro
impulso dos anunciantes em tempos de vacas magras.
Mas e depois que a tempestade passar? Será
que o Consumidor lembrará do seu nome? Pode
ser que nesse intervalo algum concorrente tenha
tomado seu lugar...
O publicitário Sérgio Amado, presidente
da Associação Brasileira das Agências
de Propaganda (ABAP), adverte: em tempos de crise
correm mais riscos as marcas que estão longe
da mídia. O desafio da ABAP é emplacar
uma campanha de R$ 150 milhões para quebrar
a percepção pessimista que se instalou
na primeira metade do ano e mostrar aos anunciantes
a importância de retomar os investimentos
nas marcas. A estimativa é que o desempenho
do setor caia, este ano, de 8% a 10% em comparação
a 2000.
Oportunidade em meio à recessão -
Pesquisa realizada pelo site Opinia (www.opinia.com.br)
em junho, revela otimismo em alta entre os internautas.
Do total de entrevistados, segundo informa a assessoria
do instituto, 75% afirmam que estão melhor
hoje do que há cinco anos e 80% acreditam
numa melhora da qualidade de vida, como estabilidade
financeira e promoção no trabalho.
A perspectiva favorável foi constatada principalmente
entre homens com idades entre 25 e 40 anos, pertencentes
às classes A e B e que vivem nas regiões
Sudeste e Sul do Brasil.
Diante da crise, a Internet - uma das mídias
mais baratas e direcionadas -, parece revelar uma
boa oportunidade de negócios. Quem sabe,
ao invés de sumir, as empresas encontrem
na web um porto seguro para aplicarem seus investimentos
e recuperem a confiança no mercado. É
apostar para ver!