Estrias: Vilãs para toda a vida?
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Fonte do Artigo:
17 Janeiro, 2012 00:05:00
Na adolescência são muitas as mudanças que o corpo experimenta. Dentre elas, o crescimento rápido ou estirão.
Estrias: Vilãs para toda a vida?
Na adolescência são muitas as mudanças que o corpo experimenta. Dentre elas, o crescimento rápido ou estirão. Essas novas formas precipitam na pele o sur- gimento das chatas e inconvenientes estrias. Aterrorizadoras para meninas e mamães, elas não são somente privilégio femi nino, pois acometem também os meninos.
"Elas se tornarão as eternas vilãs do bem-estar e da estética em qualquer fase de nossas vidas, mas esta sina agora mudou!", afirma o Dr. Rogério Ranulfo, mestre em Der matologia pela USP. "O desenvolvimento das estrias é determinado geneticamente (tipo de pele e capacidade de adaptação à distensão), porém pode ser desencadeado por agentes mecânicos, hormonais (gestação, obesidade) ou está associado a algumas doenças (Doença de Cushing) e ao uso inadequado ou prolongado de alguns medicamentos (corticoides)", explica. Inicialmente, as. estrias são vermelhas ou da cor da pele normal e discretamente elevadas e evoluirão para se tornarem esbranquiçadas e atróficas na maioria das pessoas.
"De difícil prevenção, elas deve rão ser tratadas o mais rápido possível, fator que favorece o resultado final", orienta o médico. O objetivo dos tratamentos é o estímulo à formação de um novo colágeno, que preencherá a lacuna correspondente à estria e à pele circunvizinha, pois as alterações na composição da pele se expandem para toda a região acometida. A largura das estrias e os locais acometidos definem o grau de dificuldade no seu tratamento. Felizmente, com o avanço tecnológico e a utilização dos lasers fracionados de érbio e COz, promoveu-se uma verdadeira revolução no tratamento das estrias. "Atualmente, somos capazes de tratar a maioria dos pacientes com estrias, inclusive aquelas em grandes áreas corporais. Serão múltiplas sessões realizadas em intervalos de 6 a 8 semanas.
O uso de anestésico tópico garante que o tratamento seja prati camente indolor." Para as estrias mais largas, é usada a transcisão, técnica desenvolvida pelo Dr. Rogério Ranulfo, na qual, com uma agulha especial, provoca-se um trauma na pele correspondente à estria e desencadeia-se o processo reparador desejado. Ele explica que ocorrerá a formação de um cordão fibroso preenchedor das estrias e que indica a fusão da pele. Aos tratamentos a laser também são associados peelings químicos de ácido retinoico, realizados mensalmente, e o uso de loções hidratantes. "Na sua evolução, gradualmente a pele retornará ao seu aspecto original. Estes novos tratamentos mudaram o antigo estigma de que estrias não têm cura!"
Dr. Rogério Ranulfo CRM-GO - Dermatologista
Na adolescência são muitas as mudanças que o corpo experimenta. Dentre elas, o crescimento rápido ou estirão. Essas novas formas precipitam na pele o sur- gimento das chatas e inconvenientes estrias. Aterrorizadoras para meninas e mamães, elas não são somente privilégio femi nino, pois acometem também os meninos.
"Elas se tornarão as eternas vilãs do bem-estar e da estética em qualquer fase de nossas vidas, mas esta sina agora mudou!", afirma o Dr. Rogério Ranulfo, mestre em Der matologia pela USP. "O desenvolvimento das estrias é determinado geneticamente (tipo de pele e capacidade de adaptação à distensão), porém pode ser desencadeado por agentes mecânicos, hormonais (gestação, obesidade) ou está associado a algumas doenças (Doença de Cushing) e ao uso inadequado ou prolongado de alguns medicamentos (corticoides)", explica. Inicialmente, as. estrias são vermelhas ou da cor da pele normal e discretamente elevadas e evoluirão para se tornarem esbranquiçadas e atróficas na maioria das pessoas.
"De difícil prevenção, elas deve rão ser tratadas o mais rápido possível, fator que favorece o resultado final", orienta o médico. O objetivo dos tratamentos é o estímulo à formação de um novo colágeno, que preencherá a lacuna correspondente à estria e à pele circunvizinha, pois as alterações na composição da pele se expandem para toda a região acometida. A largura das estrias e os locais acometidos definem o grau de dificuldade no seu tratamento. Felizmente, com o avanço tecnológico e a utilização dos lasers fracionados de érbio e COz, promoveu-se uma verdadeira revolução no tratamento das estrias. "Atualmente, somos capazes de tratar a maioria dos pacientes com estrias, inclusive aquelas em grandes áreas corporais. Serão múltiplas sessões realizadas em intervalos de 6 a 8 semanas.
O uso de anestésico tópico garante que o tratamento seja prati camente indolor." Para as estrias mais largas, é usada a transcisão, técnica desenvolvida pelo Dr. Rogério Ranulfo, na qual, com uma agulha especial, provoca-se um trauma na pele correspondente à estria e desencadeia-se o processo reparador desejado. Ele explica que ocorrerá a formação de um cordão fibroso preenchedor das estrias e que indica a fusão da pele. Aos tratamentos a laser também são associados peelings químicos de ácido retinoico, realizados mensalmente, e o uso de loções hidratantes. "Na sua evolução, gradualmente a pele retornará ao seu aspecto original. Estes novos tratamentos mudaram o antigo estigma de que estrias não têm cura!"
Dr. Rogério Ranulfo CRM-GO - Dermatologista
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