Quando procurar um fonoaudiólogo para meu filho?
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Fonte do Artigo:
19 Janeiro, 2012 12:30:00
Geralmente é quando a criança está na fase escolar, principalmente durante a alfabetização, que pais e educadores percebem algum problema relacionado à
Quando procurar um fonoaudiólogo para meu filho?
Geralmente é quando a criança está na fase escolar, principalmente durante a alfabetização, que pais e educadores percebem algum problema relacionado à comunicação. É este o momento em que a mamãe deve ficar atenta e saber o momento certo de levar o filho ao fonoaudiólogo. Dé acordo com a fonoaudióloga Ora. Luciana Lopes os problemas mais comuns que levam as crianças ao seu consultório são os relacionados às áreas de audição, voz, linguagem e motricidade orofacial (atividade dos músculos da face e as funções de alimentação, respiração e fala). Entre os mais comuns estão:
• Atraso ou dificuldade em acompanhar a classe;
• Gagueira (até os três anos de idade, aproximadamente, isso é normal, pois a criança não percebe que está falando "enrolado");
• Trocas de letras (por exemplo: "zanela" ao invés de "janela");
• Omissões de letras (por exemplo: "agoa" ao invés de "agora");
• Qualidade de voz alterada (por exemplo: rouquidão, voz muito alta);
• Desenvolvimento motor (por exemplo: demorou a sustentar a cabeça, andar ou falar);
• Faz uso de chupeta, mamadeira, onicofagia (roer unhas), alteração na respiração, mastigação, deglutição, entre outras.
O trabalho do fonoaudiólogo divide-se em três fases: entrevista, avaliação e tratamento. Na entrevista realiza-se a coleta de dados do paciente (identificação, queixa etc) e a avaliação é feita de acordo com a queixa relatada na entrevista. O tratamento é a fase na qual serão tratadas as alterações encontradas na avaliação. "Assim, qualquer que seja o problema, tratá-Io o mais cedo possível é importantíssimo para a saúde da criança", observa a profissional, ressaltando que, de acordo com a avaliação de cada caso, o fonoaudiólogo participa de um tratamento multidisciplinar junto a psicólogos, pedagogos, pediatras, neurologistas, otorrinolaringologistas, fisioterapeutas, ortodontistas, terapeutas ocupacionais, entre outros.
A Dra. Luciana finaliza com a seguinte orientação aos pais: "Fiquem atentos aos comportamentos que indiquem dificuldade auditiva ou visual; não compare as crianças, pois cada uma tem suas próprias características; sempre falar com a criança de forma clara e correta, sem tentar adivinhar o que ela quer dizer; valorize a escrita e as produções da criança, estimular a leitura e a escrita em casa."
Dra. Luciana Lopes Costa
Fonoaudióloga Clínica / Hospitalar e Triagens em escolas
62 3541-8489 / 3251-5180
llopesgyn@hotmail.com
Geralmente é quando a criança está na fase escolar, principalmente durante a alfabetização, que pais e educadores percebem algum problema relacionado à comunicação. É este o momento em que a mamãe deve ficar atenta e saber o momento certo de levar o filho ao fonoaudiólogo. Dé acordo com a fonoaudióloga Ora. Luciana Lopes os problemas mais comuns que levam as crianças ao seu consultório são os relacionados às áreas de audição, voz, linguagem e motricidade orofacial (atividade dos músculos da face e as funções de alimentação, respiração e fala). Entre os mais comuns estão:
• Atraso ou dificuldade em acompanhar a classe;
• Gagueira (até os três anos de idade, aproximadamente, isso é normal, pois a criança não percebe que está falando "enrolado");
• Trocas de letras (por exemplo: "zanela" ao invés de "janela");
• Omissões de letras (por exemplo: "agoa" ao invés de "agora");
• Qualidade de voz alterada (por exemplo: rouquidão, voz muito alta);
• Desenvolvimento motor (por exemplo: demorou a sustentar a cabeça, andar ou falar);
• Faz uso de chupeta, mamadeira, onicofagia (roer unhas), alteração na respiração, mastigação, deglutição, entre outras.
O trabalho do fonoaudiólogo divide-se em três fases: entrevista, avaliação e tratamento. Na entrevista realiza-se a coleta de dados do paciente (identificação, queixa etc) e a avaliação é feita de acordo com a queixa relatada na entrevista. O tratamento é a fase na qual serão tratadas as alterações encontradas na avaliação. "Assim, qualquer que seja o problema, tratá-Io o mais cedo possível é importantíssimo para a saúde da criança", observa a profissional, ressaltando que, de acordo com a avaliação de cada caso, o fonoaudiólogo participa de um tratamento multidisciplinar junto a psicólogos, pedagogos, pediatras, neurologistas, otorrinolaringologistas, fisioterapeutas, ortodontistas, terapeutas ocupacionais, entre outros.
A Dra. Luciana finaliza com a seguinte orientação aos pais: "Fiquem atentos aos comportamentos que indiquem dificuldade auditiva ou visual; não compare as crianças, pois cada uma tem suas próprias características; sempre falar com a criança de forma clara e correta, sem tentar adivinhar o que ela quer dizer; valorize a escrita e as produções da criança, estimular a leitura e a escrita em casa."
Dra. Luciana Lopes Costa
Fonoaudióloga Clínica / Hospitalar e Triagens em escolas
62 3541-8489 / 3251-5180
llopesgyn@hotmail.com
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